Carta Capital critica Silas Malafaia e diz: “Ao hospício o que é do hospício”
Escrito por RádioC    Ter, 15 de Maio de 2012 16:21    PDF Imprimir E-mail

Pelo que consta no site da revista Carta Capital, o pastor Silas Malafaia teria entrado em contato com eles para reclamar de uma matéria escrita pela jornalista Beatriz Mendes falando sobre a pressão dos movimentos LGBT sobre a Avon para que os livros do pastor deixem de ser vendidos nos folhetos.

Malafaia tentou contato com a revista criticando o tom da reportagem e criticando severamente a profissional que redigiu o texto chamando-a de “preconceituosa”, “ridícula” e “tola”.

O texto retransmitido pela Carta Capital diz: “A jornalista é tão preconceituosa e ridícula nos seus comentários que ela diz: ‘Em 2006, foi ele [Silas Malafaia] o responsável por uma manifestação diante do Congresso Nacional contra a lei criminalizadora da homofobia. Na ocasião o pastor afirmou que relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são a porta de entrada para a pedofilia’. Que absurdo a deturpação dessa preconceituosa jornalista que escamoteia a verdade! O que eu disse foi: ‘O PLC 122 é a porta de entrada para a pedofilia, pois no seu preâmbulo está escrito a livre expressão sexual’.

O líder religioso estava reclamando que suas palavras foram mal interpretadas pela jornalista para tentar colocá-lo como homofóbico. “A segunda mentira, deslavada e preconceituosa, prova que a jornalista não lê noticiários e outros jornais, o que faz dela uma tola. Ela escreveu que eu havia falado em meu programa: ‘Deveriam descer o porrete nesses homossexuais’. Sua atitude foi pior do que a da Polícia Federal durante a ditadura, que isolava palavras para incriminar os desafetos”.

Realmente o que pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo havia dito que era para a Igreja Católica processar os organizadores da Parada Gay, mas sua má escolha de palavras gerou diversos processos contra ele.

A redação do site da Carta Capital relembra esse dito do programa Vitória em Cristo que fez diversas críticas ao uso de santos católicos em posições homoeróticas durante a Parada do Orgulho Gay de 2011 e no final do texto os editores criticam o pastor e sua posição sobre o tema e dizem: “Ao hospício o que é do hospício”.

Fonte: Revista Capital
Última atualização ( Ter, 15 de Maio de 2012 16:27 )
 

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